Conversa de doido

- E quem quer ficar só, está dizendo que está doente?
- Dizem que sim.

- Quero estar doente então.
- Oh dó!

- É, não é fácil experimentar o lado dark da força.
- Um hum... pra quê afinal quer ser tachado de doido?

- Muita gente quer estar doente só não admite.
- Desta vez quero um relatório poético.

- Quer impresso ou mudou de sistema?
- hum?

Desde a Colina

O cubano convertido em CUSs
No peso que o turismo trouxe a Meliá.
Da abertura do modelo que caído se expõe a releituras.
O país das maravilhas vive de suas conquistas.
De liberdade a conta gotas.

Os sonhos se refazem ao compasso dos buracos de Alices.
Do poeta que ao cair em tais espaços toma chá com o chapeleiro.
Daz imagens que brotarem de palavras ditas à bricanero.


te Conto


As palavras vêm e vão pois não sabem aportar por mais de um instante no tempo do ser. E, Daqui de onde estou, vejo o mar.

Eu conto!

Aqui

Como posso estar aqui?
Uma pequena rosa... rosa.
E pensa que pode me encasular em seu mundo pequeno,
Egoísta e imaturo.

Como posso estar aqui?
Só consigo ver as baras de minha prisão
Quando olho aquela mandala maldita
Sobre a mesa algumas opções.

Como poso estar aqui?
Não posso assim não retomar você... assim.
Uma tez sériamente negra, vermelha aqui e alí.
Dizem que estou aqui.
Mas será que estou?

O ler no ciberespaço


"Leveza, rapidez, exatidão, visibilidade, multipliciade, consistência - virtudes a nortar não apenas a atividade dos escritores mas cada um dos gestos de nossa existência".

Italo Calvino

eBooks, Google Books and DPLA

 

Interview with N. Kathering Hayles

 

Katherine Hayles - 2008


"I like to say that literary studies for the most part has been in a long sleep with regard to the media and that's because print has been a dominant delivery form for so long ".



*Edição de uma entrevista com a professora Hayles, em 2008, na "Thomas R. Watson Conference" em Louisville, KY, USA.
Por: ajchamb

 

A Biblioteca Digital de Alexandria

Os Fantásticos Livros Voadores do Sr. Morris Lessmore




"Inspirado em medidas iguais, pelo furacão Katrina, Buster Keaton, O Mágico de Oz, e um amor pelos livros, "Morris Lessmore" é uma história de pessoas que dedicam suas vidas aos livros e livros que devolvem o favor. O Livro Os Fantasticos livros voadores de Sr. Morris Lessmore é uma alegoria pungente e bem humorada sobre os poderes curativos das histórias. Usando uma variedade de técnicas (miniaturas, animação por computador, animação 2D), o premiado autor / ilustrador William Joyce e Co-diretor Brandon Oldenburg apresentam um estilo híbrido de animação que remonta aos filmes mudos e musicais da M-G-M Tecnicolor. "Morris Lessmore" é antiquado e de vanguarda ao mesmo tempo. 'Morris' foi premiado com o Oscar ® de Melhor Curta de Animação na 84ª cerimônia do Oscar®".

Texto disponível em: http://morrislessmore.com/

Tecnologia do MEU tempo

Our story in 2 minutes


Por ZackHemsey, que em sua página no Youtube diz:

"Meu projeto final que fiz para a minha classe de produção de vídeo 'Cutaway Productions' [...] na minha escola. Eu não possuo os direitos sobre a música ou sobre as fotos e não estou tentando tê-los, eu só fiz este vídeo para me divertir e passei muitas horas nele assim por favor não me processe".







Da musa...

Sob o ponto de vista da musa!

Dela...
Ela...
E...
...
.ponto!

.
..
...............................................................................;)

Hoje...

O nonsense do existir




* A consciencia não tem consciencia de si.

* O nada tá vindo aí com tudo!

* Não sei o que sou. Transito entre isso o que não fui.

* Estudar todas as possilidades do impossível.

* Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo - Alvaro de Campos - Tabacaria.

...lá sem casa...

Botané




- Wow, que flor linda, é uma ofuscante?
 - Fuchsia...
- Megalâmina?
- Magellanica... não sei ao certo. Pode ser uma hybrida...
- Uma graça!
- Onagraceae...
- Então, foi o que disse.

5 Conto: Mensagem direta


Mensagem direta

Um... ver Xingu, convite tentador... infelizmente vamos ter que esperar mais um pouquinho, pra eu ver vcx... estou mais internada do que podia imaginar há uns dias, buscando o silêncio que exige, a escrita, o encordoamento da memória - afinal, o 'lete' em 'delete' não vem , sem ele, o silêncio - deixa eu ir, antes que a  besta veloz, esse tempo, me pegue - viu.. tô insuportável, só falo do meu assunto e, só posso falar sobre ele - neste momento de minha vida - cuidado, fiquem longe:)... É hora de me trancar no quarto... quentinho e protegido, charmoso e bem iluminado - lá fora, as flores... para mais além, os amores, os amigos - a cada um, agradeço a existência. Vão ver o filme vcx e, me contem tudo depois. Bjs

4 conto: A inteligência das flores


A inteligência das flores

- Coisa linda que eu li aqui agora.
- Me conta.
- Os frutos derivam-se do ovário das flores!
- Ummm... que gozo!
- Ahhhh...  uma delícia, não!?
- Que maravilha...
- Que tal fazer experimentos no jardim... fertilizar as flores!
- Adoraria ver isso um projeto seu! Gravaria suas descobertas...
- ...então, tava vendo mais abaixo...
- Mas quem disse isso?
- Táqui, no Wikipédia!
- Lindo...


Eu conto... Qualificação no dia do livro

...como começou o dia em que me qualifico:


...descobrindo, graças a este presente lindo 
 de minha amada  amiga Jacyra, que hoje é o


Dia mundial do Livro!




Pra terminar o dia: The Fantastic Flying Books of Mf. Morris Lessmore, que foi o vencedor do Óscar 2012 para filme de animação, curta metragem.



Eu conto... Vilém Flusser

...o que estou lendo: 

"Os contornos do meu futuro pensamento começaram a deliner-se; 
o problema central viria a ser a língua. Em primeiro lugar, obviamente, porque amo a língua. Amo sua beleza, sua riqueza, seu mistério e seu encanto. Só sou verdadeiramente quando falo, escrevo, leio ou quando ela sussurra dentro de mim, querendo articular-se. Mas também porque ela é forma simbólica, morada do Ser que vela e revela, vereda pela qual me ligo aos outros, campo de imortalidade aere perennius, matéria e instrumento da arte. Ela é meu compromisso, através dela concebo minha realidade e por ela deslizo rumo ao seu horizonte e fundamento, o silêncio do indizível. 
Ela é minha forma de religiosidade. É, quiçá, também a forma pela qual me perco." 


Vilém Flusser, (1920-1991), foi filósofo, escritor e jornalista - nasceu em uma família de intelectuais judeus, na Tchecoslováquia. Seu trabalho foi marcado pela discussão dos pensamentos de Martin Heidegger, pela influência do existencialismo e fenomenologia. Migrou para o Brasil em 1941, durante a Segunda Guerra; ao longo da década de 60 ensinou Filosofia da Ciência e Filosofia da Comunicação, na USP. Em 1963, publicou seu primeiro livro, Língua e realidade, considerado uma obra prima.   (continua...)

Eu conto... Revisão de texto

...como estou aprendendo a lidar com o texto: 


Impressionante, o que uma boa revisão de texto pode fazer...

Não poderia deixar de registrar esse exercício com minha amada amiga Lúcia, no dia 13, seguido de cafezinho e pão de  queijo quentinho, direto do boteco da Timbiras com a Praça da República, um presentinho de Lígia - sooo yummy! 

O futuro do pretérito, antes e depois, de Lúcia Máximo:
Antes:

Ele vai, volta, quase bate na porta, ensaia algumas palavras de ódio, vem à porta novamente, desiste. É sempre assim quando minha TV está com o volume alto lá na sala. Observo todos os seus passos pela câmera escondida na entrada. Meu vizinho é um louco, claro. Não tenho dúvidas, preparo o veneno caseiro que ando testando nos gatos da Matilda (Lúcia: é Matilda mesmo? eu: sim... rsrs) -  Solitário que é, seu corpo será encontrado daqui uns dois dias pela faxineira... (mal cheiro, incomodo, loucura... deixei de fora por não saber resolver, mas, veja o que Lúcia fez - simplesmente adorei)
Os gatos todos mortos, me livro de todos os ingredientes,("que tal substâncias?" ...eu, encantada: claro!!!) menos da quantidade suficiente para um homem duas vezes seu tamanho, só pra garantir. (-para um homem duas vezes seu tamanho, é errado Helem. -poxa, acho que soa tão bem... -não, em português não ...entro em choque... rsrsr) Levando em conta seu peso e altura, calculo que se vá em trinta minutos no máximo. A oportunidade se apresenta - nos encontramos no elevador, ele puxa assunto, reclama do barulho, eu o convido pra ver a posição das caixas de som. Ele morde a isca. Lhe sirvo o suco,("por que não, sirvo-lhe 'o suco', e assim, com aspas... isso"... adoro o jeitinho de falar, de Lúcia) vou à cozinha, e volto momentos depois com o copo do Pedro. Me deparo com aquele filho da puta dividindo seu  suco, despreocupadamente,(-Lúcia, não gosto desta palavra, mas não consegui pensar em outra na hora. -inocentemente?!) com meu filho de dois anos. Sem pensar duas vezes, (-em pânico, né? -legal, pode botar)  brinco e digo que também quero beber do mesmo copo, que parece muito bom. Pedro diz sua primeira palavra: Cabôôô! (observe o que Lúcia fez com este trecho... Assim que chegou em casa, me ligou: -talvez fosse interessante acrescentar "e última palavra", antes do cabôôô... -claro!)


*203 palavras.
Depois:
Ele vai, volta, quase bate na porta, ensaia algumas palavras de ódio, vem à porta novamente, desiste. É sempre assim quando minha TV está com o volume alto lá na sala. Observo todos os seus passos pela câmera escondida na entrada. Meu vizinho é um louco, óbvio. Não tenho dúvidas, preparo o veneno caseiro que andei testando nos gatos da Matilda - Solitário que é, o  corpo dele será encontrado uns dois dias depois pela faxineira... Nem mesmo o risco do corpo putrefato incomodando. 
Os gatos todos mortos, me livro de todas as substâncias, menos da quantidade necessária pra matar um homem com o dobro do seu tamanho, só pra garantir. Levando em conta seu peso e altura, calculo que se vá em trinta minutos, no máximo. A oportunidade se apresenta - nos encontramos no elevador, ele puxa assunto, reclama do barulho, eu o convido pra ver a posição das caixas de som. Ele morde a isca. Sirvo-lhe "o suco"; vou à cozinha e volto momentos depois com o copo do Pedro. Me deparo com aquele filho da puta, inocentemente dividindo seu suco com meu filho de dois anos. Em pânico, disfarço e brinco, que também quero beber do mesmo copo... que parece muito bom... Mas, já então, Pedro dizia sua primeira e última palavra...  ‒ Cabôôô!

*217 palavras.












Maravilhoso Lúcia, te adoro!



1 conto: O futuro do pretérito

O futuro do pretérito

Ele vai, volta, quase bate na porta, ensaia algumas palavras de ódio, vem à porta novamente, desiste. É sempre assim quando minha TV está com o volume alto lá na sala. Observo todos os seus passos pela câmera escondida na entrada. Meu vizinho é um louco, óbvio. Não tenho dúvidas, preparo o veneno caseiro que andei testando nos gatos da Matilda - Solitário que é, o  corpo dele será encontrado uns dois dias depois pela faxineira... Nem mesmo o risco do corpo putrefato incomodando.
Os gatos todos mortos, me livro de todas as substâncias, menos da quantidade necessária pra matar um homem com o dobro do seu tamanho, só pra garantir. Levando em conta seu peso e altura, calculo que se vá em trinta minutos, no máximo. A oportunidade se apresenta - nos encontramos no elevador, ele puxa assunto, reclama do barulho, eu o convido pra ver a posição das caixas de som. Ele morde a isca. Sirvo-lhe "o suco"; vou à cozinha e volto momentos depois com o copo do Pedro. Me deparo com aquele filho da puta, inocentemente dividindo seu suco com meu filho de dois anos. Em pânico, disfarço e brinco, que também quero beber do mesmo copo... que parece muito bom... Mas, já então, Pedro dizia sua primeira e última palavra...  ‒ Cabôôô!   

*Meu primeiro conto, logo depois da aula do Fábio Fernandes, ontem.  (revisão da genial Lúcia Máximo)

Eu conto... qualificação, finalmente!

... o que está rolando: 

...como nada é como planejamos, demorou um pouco mais de tempo, para finalmente temos tudo arranjado para a qualificação!

Os dois professores que cordialmente aceitaram fazer parte da banca, ou seja, ler meu trabalho até aqui, criticar e sugerir mudanças, etc, são:

Arlete dos SantosPetry, que "possui graduação em Psicologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1985) e mestrado em Educação pela mesma Universidade (2005). Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (2010) tendo pesquisado os temas Jogo, Autoria, Produção de Conhecimento e Jogos Digitais. Tem larga experiência em Clínica Psicanalítica e em Psicopedagogia. Em Educação tem experiência como Psicóloga escolar e como Professora em cursos universitários, com bom conhecimento em Desenvolvimento Infantil, Psicologia da Educação e Psicanálise. Mais recentemente tem se dedicado a trabalhos de pesquisa e docência na área de Comunicação, com ênfase em Semiótica, Hipermídia e Jogos Digitais. Atualmente, encontra-se desenvolvendo uma pesquisa de Pós-doutorado sobre Jogos Digitais na ECA (USP) com apoio da FAPESP".

Fábio Fernandes, que "possui graduação em Comunicação - Faculdades Integradas Hélio Alonso (1993), mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008). É professor assistente mestre da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, nos cursos de Tecnologia em Jogos Digitais e Tecnologia e Mídias Digitais. Leciona também no curso de pós-graduação em Mídias Sociais na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Especializado (Cultural, Comunitário, Empresarial, Científico), atuando principalmente nos seguintes temas: Literatura, Cibercultura, Cyberpunk, Ficção Científica, Jogos e Novas Mídias. Traduziu dezenas de livros, entre os quais Laranja Mecânica, Neuromancer e A Era das Máquinas Espirituais, e tem dois livros publicados, A Construção do Imaginário Cyber e Os Dias da Peste. Tem textos acadêmicos e de ficção publicados em vários países. É membro da Science Fiction Research Association, da International Game Developers Association e da British Science Fiction Association. Cursa atualmente pós-doutorado na ECA-USP e é professor colaborador do TIDD (programa de estudos pós-graduados, mestrado e doutorado stricto sensu, em Tecnologias da Inteligência e Design Digital) da PUC-SP". 

Wow, estou bem servida! 

Vale lembrar que meu caro orientador estará também presente, Sergio Roclaw Basbaum, "é músico, Bacharel em Cinema pela Universidade de São Paulo (1994), Mestre e Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005), com Pós-Doutorado em Filosofia pela UNESP. Atualmente é docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde leciona no PPG-TIDD -- Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital - apontando seu percurso interdisciplinar na direção das ciências cognitivas, como resultado natural de seu processo de pesquisa, já há mais de 15 anos examinando as relações entre arte, tecnologia e percepção. No TIDD, coordena o Grupo de Pesquisa em Tecnoestése e Infocognição, procurando desenvolver uma compreensão diferenciada do impacto das tecnologias de mediação na percepção, na cognição e na cultura. Tem atuado também em cursos de graduação da PUC-SP, como o curso de Comunicação e Artes do Corpo, o curso de Multimeios e o curso de Tecnologia e Mídias Digitais - tendo coordenado este último no período 2007-11- bem como em cursos de Especialização (pós-graduação latu-senso), tais como o de Estéticas Tecnológicas. Foi professor convidado do Mestrado em artes Visuais da UDESC, e ministrou diferentes disciplinas ligadas à comunicação e às artes em outras instituições. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Fundamentos e Crítica das Artes, e desde a conclusão de seu doutorado vem realizando trabalhos diversos em música, vídeo interativo e performance, em paralelo com seu trabalho de pesquisa. O núcleo de sua pesquisa, como já se disse, é a articulação interdisciplinar entre arte, tecnologia e percepção. A partir das abordagens que vem desenvolvendo aí, tem atuado em temas como cognição, percepção, artes visuais, cinema, tecnologias digitais e arte contemporânea, música e design de som. Desde de 2007 é membro do Conselho Tecnológico do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo".

*Está marcado para as 17h, dia 23 de abril de 2012 - super!  

Da conta... A pimenta do jardim

...de quem tem saudades:

Da horta de mamãe, direto do fundinho de mainha!



Vou te contar... Devassa

...um fato:

A quantidade de informações acumuladas ao longo da pesquisa, se faz pesada e, ao mesmo tempo que rica, em desalinho - assim, como a linda baratinha que resolveu fazer arte de si, com pose de musa, no meu jardim, jurando que me assustaria.



O Capítulo 1 parece pronto, o 2 bem estruturado, com alguns parágrafos já se formando  no papel, o terceiro e último, já sai sem grandes embaraços de minha boca, claro, até que qualifique e seja tentada a mudar tudo - é, ainda não qualifiquei, o que pode parecer mal - para muitos pode parecer que esteja atrasada com minhas pesquisas - mas o que não sabem é que estou procurando adiar ao máximo o termino de uma fase pra lá de especial em minha trajetória de estudante.  

Não será nada ruim lembrar deste tempo, de suas dificuldades, das angústias, sentimentos os mais diversos, do prazer que chega a se fazer carnal, o prazer do descobrimento textual. Essas últimas semanas têm sido especiais, singulares - dentre os presentes que a vida me traz, tenho a sorte de ter a companhia de Otávio,  que veio da Bahia aliviar um pouquinho, os ouvidos de Lígia; não deve ser nada fácil me ouvir falar, o tempo todo, de literatura eletrônica, do futuro do livro, de McLuhan, de Darnton, Merleau Ponty, Hayles... mas acho que já já eu a contagio.

O 29 do dois foi agradabilíssimo - não poderia ter sido mais apropriado ao momento acadêmico em que me encontro, rs. Tivemos, Lígia, Ana Paula, Isa, Sergio e Otávio e eu, uma animada "Noite na Taverna" no Teatro no Centro da Terra e, com direito a uma esticada num bar na Vila Madalena - só faltou uma certa Flor.

Te conto... Canto escondido

...um fato: 

Sempre temos aqueles momentos que não queremos compartilhar com ninguém e, com todos! 

Hoje, Marisa Monte canta em meus ouvidos, 
apaziguando as extremidades do ser: 



Cantinho Escondido Marisa Monte




Dentro de cada pessoa
Tem um cantinho escondido
Decorado de saudade

Um lugar pro coração pousar
Um endereço que frequente sem morar
Ali na esquina do sonho com a razão
No centro do peito, no largo da ilusão

Coração não tem barreira, não
Desce a ladeira, perde o freio devagar
Eu quero ver cachoeira desabar
Montanha, roleta russa, felicidade
Posso me perder pela cidade
Fazer o circo pegar fogo de verdade
Mas tenho meu canto cativo pra voltar

E posso até mudar
Mas onde quer que eu vá
O meu cantinho há de ir
Dentro

E posso até mudar
Mas onde quer que eu vá
O meu eu cantinho há de ir
Dentro



http://www.vagalume.com.br/marisa-monte/cantinho-escondido.html#ixzz1lnqNiPLm

ON ELECTRONIC LITERATURE


Book: "book, writing, written document,"... from: http://www.etymonline.com/index.php?allowed_in_frame=0&search=book&searchmode=none



And now I ask: how do you usually like to write? with words? music? drawings? symbols? And in which support? Using a tablet, perhaps?
'Tablet' is a nice word from the early 14th century, which is nice and old enough to be respected but, I prefer to use "pad", which is not so old, it's was first used in 1880, but it is short and carries only 3 letters, which is carmingly semiotic.

A dear friend of mine wrote a beautiful story called VINA, which mixes pictures, music and a few letters - 14 of them to be exact - it looks beautiful in a 'pad'!

I recommend the read:
http://www.youtube.com/watch?v=HMk_Q0s2ME0

And there's more to it than meets the eye. If you prefer the old reading stile and going deeper into what letters can do to a love story, I recommend you read the 'book'  entitled: palcodapalavra.blogspot.com

Now, if you prefer reading something more academic and spoil the fun, I recommend a 'possible' reading of it:
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B1lvh2SD8SraMmI5OWViYzMtMGUxNC00ZDZkLThmM2UtZjkzZjI5YWY2YTVk&hl=en_US

Have fun!

Te conto... PAD, O LIVRO NOVO

...

Ok, estou blogando do pad!

Já ouviu alguem falar que adora o cheiro do livro epor isso não qur o ipad? Pois bem. Auto-engano! (não consegui colocar o link no auto-engano... vou ter que voutar aqui e usar o lap top pra isso... ineficiencia minha ou da ferramenta? - dia 06: adicionei o link pelo computador... será que alguém sabe como fazer isso?)

O pad chegou em chegou há meses, mas o final de ano foi tão surreal e, o começo nada diferente...
Bem, só agora consigo brincar com meu novo caderno.

Que coisa fantastica que é isso aqui! Esperei por uma coisa dessas a vida inteira! Uma experiêcia de leitura completa, total. (depois volto a esses conceitos do total, da arte total)

Ainda apanhando no uso do teclado, mas vou explorar tudo que posso desse brinquedinho, deliciosamente, intuitivo.

Os estudos sobre o futuro do livro vêm me escolhendo ao longo de alguns anos. E quais são os assuntos do livro? Bem,os mesmos assuntos de todas as ciências juntas, ou seja, do conhecimento. O livro nos importa a todos, acredito que a definição da palavra livro esteja em rápido processo de mudança, em breve poderemos compreender o livro enquanto metáfora do saber, não como um objeto, um artefato, sim, como ferramenta de aquisição e produção de conhecimento e todas as suas implicações.

Este mestrado está sendo uma viagem fantástica. Me sinto como uma criança que acaba de ser apresentada ao Algodão Doce,lendo sem letrinhas voando na página e, brincando, no meu novo livro. Isso mesmo, nele. Ele foi capaz de me prender o dia todo de estudos, poderia ter minha biblioteca toda aqui dentro. Os livros em códices seriam apenas fetiches, como já o são, pra mim, na maior parte dos casos.

Fico maginando se isso acontece com todos,esse entusiasmo apaixonado que estou sentindo pelo conhecimento, pelo mundo, por sua tranformações, pela mente!

Estou acompanhando de perto o que está acontecendo em relação a essa pergunta:o que é a mente?

A escola não me ajudou a ler, a superar um pouco da dislexia, mas a curiosidade do homem, a vontade apaixonada de se livrar das amarras da doênça que tem acometido a linguagem,tem feito com que a escola abra seus potões para que o mundo entre. As fronteiras estão se desfazendo.

Quem sabe o que poderá acontecer, 50 anos depois da virada do milênio?
Estarei no alto dos meus 86 anos, jovem, saudavel, com chips de capsolas da beleza implantados pra todo lado e, aprendendo a dançar a dança do ventre... pense que linda!?

...acabo de descobrir que pra postar imagens usando o pad, tenho que ter conta no picassa... né!?!? Não tem jeito, o mundo é mesmo complexo então já não dá pra usar só duas ferramentas, agora temos que usar várias, e virtuais...

Agora, será que o nome pega? Não gosto muito de "tablet", a palavra é muito longa. PAD,O NOVO CÓDICE!

Fantástico!


obs.: eçe psot só tnhia um erro - já coirrgi. rsrs
---
Hoje, dia 06/01/12, encontrei a imagem ideal para este post, ainda com propósitos tímidos, mas perfeita:


Inspiração bissexta!!

Todos usando o calendário gregoriano terão um bissexto este ano.
Gosto mais da palavra em inglês, claro, como um bom fruto do capitalismo. 


O ano do pulo, do sapo!




Já estava com saudades do dia 29 de fevereiro!!!


A festa que faço todo ano não-bissexto é sempre igual. Passo o mês celebrando a vida! 
Passo o mês procurando perceber a beleza das coisas. 

Este ano, depois de Merleau-Ponty, Heidegger, Jorge Steiner e McLuhanm, 
procuro percebeer o invisivel do visivel, a linguagem da natureza e 
a beleza de ser uma obra aberta para a nova galáxia!

Este ano a celebração já começou especial!
Nada de inferno astral - hoje, às 15 horas e 30 minutos, quando acabei de aprontar o 
Memorial para Qualificação
 a inspiração para o segundo e terceiro capítulos da dissertação, me atingiu como um raio de luz! 
Tudo correndo bem, 
me qualifico para o mestrado ainda este mês!

O pulo do sapo acontece no ano de meu grande pulo acadêmico! 

Me sinto como na história do homem na lua: 






O futuro do livro

Robert Darnton, Historiador e diretor da biblioteca da universidade de Harvar, fala em entrevista, sobre livros ebooks, sobre a questão do Google Books e da promessa da DPLA (Digital Public Library of America)


Transcrevi inteira a entrevista e, partes de uma outra em que bibliotecários de Harvard falam do futuro das bibliotecas. 
Sempre que posso faço esse exercício como estratégia de treinamento pra assustar a dislexia. Vai notar alguns erros, pois deixo o corretor do word desligado, já de propósito, nesses casos, pra depois, eu checar o quanto melhorei na escríta. Os mesmos eros persistem, sempre... mas de toda forma gosto do exercício desse tipo de leitura com o auxílio do audio e, muitas vezes, ao longo dos anos, a leitura teria sido impossível de outra forma. 

E , inspirada nas leituras das entrevistas de Darnton, nesses dias chuvosos e frios do super verão de 2012 em Sampa, estou, além de me preparando para a eminente qualificação, me observando melhor, observando como aprendo melhor e, lembrando dos ciclos de aprendizagem que tive durante minha carreira de estudante, desde o primeiro dia de aula, das histórias que inventava olhando as figuras dos livros de "histórinhas da bíblia". Creio que assim, exemplificando essas novas leituras, com minha própria experiencia de estudante, me preparo melhor para falar do que estou estudando hoje. Quanta coisa nova, quanta coisa fantástica está acontecendo com as formas de aprender e produzir conhecimento... pra mim, que nunca imaginei, no curso de Letras, um dia estar lendo sobre neurociência, a experiência é surpreendente e deliciosa. 
Na graduação, que foi no interior da Bahia, só tinha consciência que precisava sair de lá, se quisesse aprender algo que me saciasse a sede por conhecer os processos de aprendizagem considerando o uso do computador, assunto que muitos professores faziam questão, na época, de evitar. Não poderia, até 2007, ter imaginado estar fazendo leituras mais empolgantes e atuais, para a compreender essa tremenda transição tecnológica pela qual estamos todos passando. 
Convergência das mídias, complexidade, os loops de Hofstadter, inteligência artificial, literatura eletrônica...  Estarei, num futuro próximo, podendo falar, com mais conforto sobre esses assuntos, sobre cognição, sobre como os homens contam suas histórias e sobre a importância da literatura na vida do ser humano.  

Meu exercício de lembrar, de quando e como aprendi melhor, do que me facilitou o aprendizado ou me auxiliou a leitura, do que lia, se lia bem, talvez me renda bons frutos quando voltar pra sala de aula - já estou com saudade dos alunos, dos adolescêntes, do entusiasmo deles! 


Tradescancia pallida


A trapoeraba roxa, ou seja, a Tradescancia pallida, do tipo Commelinaceae, vem do México e gosta de clima temperado, subtropical. Apesar de ser perene, por causa da luminosidade aqui do jardim, nos presenteia com suas flores somente no verão.


A planta se põe pendente com suas folhas roxas e suculentas. 
Suas folhas podem ser pouco vistosas e pode ter importância ornamental secundária num jardim, mas isso, só pra quem não aprecia a delicadeza majestosa de suas pequeninas flores.

solidão

Hoje, conversando com Elaine Farias, uma querida ex-aluna lá de Itabuna, dos tempos de ACE, realizei que na verdade, estou me sentindo só. Já andei muito, já me mudei demais, já perdi contato com amigos queridos, e, talvez, já tenha perdido muitos pra sempre nessas andanças.

Bem, o blog surgiu com a finalidade de ser um diário, certo? Então vou criar coragem, agora neste instante, para fazer deste blog um diário/literatura para self. Imagina se espero leitores... estou mantendo este blog para mim mesma, só deixei aberto ao público por um lapso de self awareness que me ocorreu um dia desses. Mas Lígia, que está mantendo minhas contas de forma bem mais eficiente do que eu jamais poderia, nesses dias de ibernação solitária, me diz que já alcancei uma marca bem alta de leitores. Vou pedi a ela mais informações.

Imagino que seja esta a solidão, sobre a qual meu guru acadêmico falou tantas vezes, em nossas conversas sobre seus preciosos livros, logo ao alcance das mãos. Tenho fotos de suas mãos, vou procurar e postar aqui. Sei que me sinto só, mas ainda não sei explicar. Nunca antes havia parado para pensar sobre os diferentes tipos de solidão.

Sinto solidão de família. Em inglês penso que podería dizer, I feel homesick. Talvez esteja perdendo um pouco da minha habilidade com o idioma inglês. O prolema é que não sinto vontade de estar com a família. Não neste momento. A necessidade que sinto agora é outra. Um paradoxo? Interessante como eu pareço estar jogando com a linguagem, como nos paradoxos apresentados por Hofstadter no GEB.

Meu comportamento de anti-musical em relação à família deve assustar alguns, no entanto, para alguém que se tornou adulta longe de qualquer influência familiar talvez me entenda bem. Sinto falta de Otávio, de seus livros, de seus alunos, de ser sua aluna, mas naquele ambiente, mesmo que naquele tempo, entre 2007 e 2009, coordenando e ensinando num curso que deixava aos poucos, mas não deixava de amar, sentindo rasgar a pele em todos os sentidos, aprendendo a amar de diversas formas ao mesmo tempo, aprendendo a odiar, aprendendo a aceitar, a compartilhar, a cuidar e, especialmente, aprendendo a ser cuidada. Dois anos incríveis, que me prepararam bem para um mestrado na PUC-SP e hoje, vivo enfrentando tudo que procurei evitar durante toda a minha vida adulta. A agitação de uma cidade grande!

Durante toda a minha adolescência e vida adulta tenho buscado incessantemente alguma coisa que jamais encontrara, até agora. E é este lugar, este lugar de leitura. Um nível de compreensão que jamais tive. É maravilhoso ler e compreender livros acadêmicos de grandes mestres. Uma experiência que tenho saboreado vagarosamente, procurando sentir todos os ingredientes do prato que demorou tanto a chegar.

Me sinto ótima hoje, sentada aqui neste espaço delicioso que nos acolheu (compartilho o apartamento e a vida com outra pessoa) em São Paulo,  olhando pra o jardim que cultivo com minhas próprias mãos, bem no baixo-centro paulista. Nunca imaginei que um dia moraria num lugar assim. Nunca gostei do centro de cidades grandes, do barulho, das cores acinzentadas dos prédios, do cheiro de urina nas entradas do Metrô, da  decadência das fachadas, do fazer parte da multidão... e olha onde estou! Mas, depois de minha primeira volta de reconhecimento nos dois quarteirões entre as ruas Sta Isabel e Marquês de Itú, com dois anos de atraso, descobri que poderia morar aqui minha vida inteira, com longos intervalos ensolarados pelas praias de Ilhéus, é claro.

Pra não esquecer

Novembro de 2011 - um mês inesquecível. Com ele reaprendi que a vida pode ser bem melhor perto do mar.


Primeiro a presença dos pais, no dia 11/11/11... pra quem acredita que tenha rolado algo especial nesse dia, fica aí um fato interessante.


...Sem tirar férias por mais de 2 anos, cheguei em Floripa para o ABCiber 2011, com o dia querendo chover. Choveu - só pra que eu vise como a cidade fica, depois de uma chuvinha. Gostei de ver as ruas vazias.  


Taxista mal humorado... eles são quase todos mau humorados, e adoram enganar turistas! 


5 dias de alegria! 


15: Chegada na Casa Albergue. Lá, uma boa surpresa! Um grupo muito unido de mestrandos da UFBA circulava pelo lugar. Me encontrei com Ana Paula, fomos ao shopping, conversamos, nos conhecemos melhor. Descobri que Ana Paula é uma pessoa não só agradável, ela é também admirável e feliz.


16: Credenciamento feito, partimos, Ana e eu, nos retiramos para uma bela preparação mental,  antes dos trabalhos acadêmicos. No albergue, conversas, novos conhecimentos, novos rostos - pessoas bacanas, que gostam de macarronada.




A apresentação:




17: Apresentamos, juntamente com Lucas Meneguette e o prof. Sergio Basbaum, cada um, sua pesquisa de mestrado. Encontros semanais para a leitura do Fenomenologia da percepção, de Merleau Ponty, uniu o grupo e proporcionou harmonia na mesa. 


Rumo a um merecido almoço com o grupo... 


A tarde foi fácil, o peixe delicioso, companhia sem igual!


Ter a oportunidade de falar da pesquisa para colegas pesquisadores foi primordial, ouvir de nosso respeitado orientador que ele se sente orgulhoso por nos orientar, priceless!!! Uma boa conversa, um cigarro de palha lá no albergue com um jovem cineasta, uma boa idéia: pular de parapente! 


18: Dia de Vina: fronteira entre o amanha da videoarte e da literatura. Foi muito bom ter Ana Paula lá - que filmou tudo... quem sabe assisto daqui há um ano ou dois. Muito bom... e fomos saltar de parapente pra comemorar! Marco e Pipe;  profissionais admiraveis, ventos fracos, um encontro inesperado com Pablo, um barzinho lindo, música ao vivo... Ana Saltou!






19: Saltei eu! Terminais de ônibus, malas, o taxi... e ouvimos uma explicação do porque dos taxistas de Floripa serem tão mal humorados... "o turista pede coisa que não pode " e, " é o transito..." (sem comentário)  Aeroporto, @paiva_thiago, restaurante japonês preferido, garçon preferido, companhia perfeita! e foi assim, a semente plantada pelo mar de Ilhéus plantou em mim começou a germinar.

A Caio Prado

Tenho caminhado pra PUC na Caio Prado uma a duas vezes por semana, por dois anos letivos... 
Às quartas, sempre temos um delicioso encontro no grupo do prof. Sergio Basbaum, o Grupo de Pesquisa em Tecnoestése e Infocognição. Passamos o ano de2011 procurando desvendar os dizeres de Merleau Ponty em seu Phénoménologie de la perception, de 1945. Lá se vão um ano e meio nessa busca por compreender o que M.P. nos deixou sobre o retorno aos fenômenos, o corpo, o mundo percebido e sobre o ser-para-si o ser-no-mundo.  Segundo o prof. Basbaum, ele é o último racionalista. Gostei desta passagem que encontrei nas minhas buscas pelo google: 

É bem conhecido 0 lugar de importancia ocupado pelo racionalismo 
seiscentista na obra de Merleau-Ponty. Das primeiras publicaçöes ate 
as derradeiras notas de trabalho persiste a reflexâo sobre 0 “intrépido” 
século XVII, que soube  bem ajustar ciência e filosofia e elevar ao 
cume a questäo ontológica; nísto, dirá o filósofo, o grande racionalismo 
 é passado, pelo contrárío tornou-se mesmo passagem obrígatória 
para os contemporáneos (Marleau-Ponty, 1960, p.190-1, trad. p.166).


Não lí o artigo todo, mas me parece digno de nota: CONVERGÈNCIAS?, por Homero SANTIAGO

Manu Chao

Hoje estou aqui fazendo um balanço do trabalho no mestrado, até aqui... provavelmente, agora, mais resolvida, posto um pouco mais. Os rumos da pesquisa estão finalmente visíveis!!!
Manu Chao embala minha manhã!!!!!
Fantástico!!!  A música de Chao dá uma acelerada nas sinapses...
Para não esquecer: Minha galera;  Clandestino.

Fim de semestre

Mais um semestre se foi!
Não terei mais aulas nesse delicioso mestrado... agora só orientação!
...tem sido dois anos de crescimento pleno!!! 
Lá se foi mais um semestre de aulas e, de descobertas semióticas... 

Viva o Prof. Winfred Nöth, pela nota 8,0 que atribuiu ao meu texto!!! Meu conceito mais baixo no curso, tomara que o estrago seja mínimo no currículo. 
Quem sabe posto o artigo que escrevi pra o prof. Nöth, com os comentários e tudo... Seria divertido! 
Ele acabou com meu abstract... acho que estou esquecendo inglês... o problema é que meu inglês todo  veio de livros como os da J. K. Rowiing... leitura indispensável na vida de uma pessoa normal -rsrsr. Agora o jeito é aprender o inglês acadêmico. ....um desafio que começo a encarar com Gödel, Escher, Bach an Eternal Golden Braid. O quê, não me diga que o livro não é acadêmico heim... são mais de 750 páginas de leitura... Depois quem sabe consigo encarar o Remembering - a phenomenological study, de Edward S. Casey... esse sim, tem uma escrita de dar sono em principiante. 

Ai... que delícia... só tenho mais seis meses até a FAPESP parar de depositar a bolsa mensal... poderia ser bem melhor né Brasil -  seriamos professores melhores se pudéssemos todos fazer um mestrado como parte de nosso trabalho - um serviço público para a nação! 
Se todos tivéssemos a oportunidade de fazer um mestrado sem ter que trabalhar e, vivendo há uma certa distancia de problemas financeiros, seria possível mudarmos a posição do brasil no ranking do PISA. 

Quem sabe não vejamos isso acontecer... 
...eu prefiro acreditar! 
O quê? Qual é o brasileiro que não acredita em milagres? 

João Mattar

Nada melhor pra voltar a postar do que fazer uma pequena pesquisa sobre o assunto que deixeu pendente...


O professor João Mattar em me chamando a atenção. Primeiro porque seu Artesanato Educacional foi realmente bom, depois, anda postando bastante em seu blog.
Final de semestre, todo mundo querendo fugir pra praia e não falar mais nada sobre coisa nenhuma e o professor blogando sobre Linearidade nos cursos EaD... o jeito foi conferir. A curiosidade, que mata, venceu a resistência em ler qualquer coisa que não seja sobre minha própria pesquisa.
Que bom que o fiz. O texto é interessante, gostoso de ler e parece ter boa interlocução, pois o comentário que Joelma fez, me deixou ainda mais curiosa sobre o assunto. Vou seguir!!


Ah, não aguentei e deixei meu comentário lá também: http://joaomattar.com/blog/2011/12/14/linearidade-em-ead/#comment-61367                         

Educação online


Sábado que passou foi dia perfeito pra ficar de preguiça. Estava chovendo cântaros... pensei: e quem é que vai pra esse tal de Artesanato Educacional? E o que é que estou querendo indo a um evento sobre educação EaD? Vou ficar em casa e adiantar o texto da apresentação do ABCiber, que aliás é seria para amanhã, quarta feira... Pedi mesmo... o professor deixou pra quinta feira. ...não terminei ainda. 
Bom, fui ao evento,

Steiner no silêncio da noite

George Steiner, uma referência não citada, ou passada despercebida durante meu curso de letras, foi-me presenteada, no final de 2010, por Otávio Filho.
Steiner, um autor francês, radicado nos Estados Unidos,

asfixia disléxica

Depois daquela apresentação sem texto inteiro, só restava a angustia...
Angustia de ter mais uma vez apagado boa parte dele... quase tudo.
A apresentação não foi assim tão desastrosa... mas o texto não estava todo lá.

O PROCESSO DE CRIAÇÃO EM OBRAS DE ITALO CALVINO 

Lições aprendidas...

Não são as idéias, o problema. O problema é conseguir organizá-las e colocá-las no espaço em branco, logo após aquele palitinho, que as vezes chamo de maldito... piscando, desafiando, chamando pra briga...
Hoje, no meio de uma briga quase perdida com o cursor, fui presenteada, despretensiosamente, com trechos da postagem, de hoje, do blog de Miguel Cordeiro: